22 Abril

 

O preço da

 

ressurreição

 

Leia-> João 11:17-50; 12:10-11

Então os chefes dos sacerdotes resolveram matar Lázaro também (12:10).

 

       Com 37m de altura, a estátua do Cristo redentor apóia-se no topo do Morro do Corcovado, Rio de Janeiro, Brasil. É marco famoso na cidade conhecida por sua sensualidade, e reflete um contraste às ofertas lá de baixo. As marcas dos cravos nesta obra cinza coberta por pedra-sabão são lembretes de como Jesus sofreu para que pudéssemos ter liberdade. Sua vitória  na cruz teve alto preço.

     Um dos paradoxos das Escrituras é o fato que aqueles que recebem o dom gratuito da salvação devem considerar o seu custo. Jesus disse aos Seus discípulos que todos estavam convidados a segui-lo, mas nem todos estavam dispostos a paga o preço (Lucas 14:26-35). Ninguém pode alcançar a salvação (Efésios 2:8), porque a sangue de Cristo é o único sacrifício suficiente para o pecado (Levítico 17:11; Hebreus 9:22). Então qual é o preço que devemos pagar?

   Em seu relato sobre o ministério de Cristo, João menciona a morte de Lázaro. Sentimos a profunda tristeza que Maria e Marta, as irmãs de Lázaro, e Jesus experimentaram ao ficar próximos da sepultura. Morte – o amargo resultado final do pecado original do homem. Mas para Jesus, a “ressurreição e a vida” (João 11;25), a morte não era o fim. Era uma oportunidade para a vida. Lázaro não poderia adquiri-la, nem comprá-la. A ressurreição, como a redenção, é um dom. Apropriar-se dela significa deixar todo o resto para trás.

    O milagroso retorno de Lázaro à vida não foi bem visto pelos fariseus. Da mesma forma, a nova vida que temos em Cristo não se identifica com o mundo ou com os desejos de nossa carne. Alguma coisa tem que morrer. Ou crucificamos o que não pode nos sustentar para podermos verdadeiramente viver em Cristo (Gálatas 2:20), ou permanecemos na morte para podemos nos agarrar naquilo que eventualmente nos destruirá (Romanos 7:5).

 

- Regina Franklin